Implantodontia
Implante dentário em Colatina/ES
Reposição da raiz perdida por um pino de titânio integrado ao osso, sobre o qual se instala a coroa. Devolve mastigação, estética e a estrutura óssea que o dente ausente deixa de estimular.
Conteúdo revisado por Dr. Arthur Fioroti — CRO 9683/ES · Atualizado em agosto de 2026
Quero avaliar meu casoO que é
A raiz perdida, reposta
O implante é um pino de titânio instalado no osso da maxila ou da mandíbula para substituir a raiz de um dente perdido. Após a osseointegração — o período em que o osso se une ao implante — instala-se sobre ele a coroa protética, que reproduz o dente visível.
A ausência de um dente não é apenas estética. O osso que sustentava aquela raiz deixa de ser estimulado e reabsorve progressivamente; os dentes vizinhos se inclinam para o espaço e o antagonista se extrui. Quanto mais cedo o espaço é reabilitado, menor a perda estrutural a corrigir.
- ✓ Não desgasta os dentes vizinhos, ao contrário da ponte fixa convencional
- ✓ Preserva o osso ao devolver o estímulo mastigatório
- ✓ Estabilidade e força de mordida próximas às do dente natural
- ✓ Higienização individual, como um dente comum
Indicações
Quando o implante é indicado
O implante atende desde a perda de um único elemento até a reabilitação de arcadas completas:
- ✓ Perda de um dente por trauma, fratura ou cárie extensa
- ✓ Ausência de vários dentes na mesma região
- ✓ Substituição de pontes fixas antigas ou próteses removíveis
- ✓ Reabilitação total da arcada com prótese protocolo
- ✓ Dentes com prognóstico ruim, condenados por fratura ou doença periodontal avançada
Como funciona
Como é o tratamento, etapa por etapa
- 01
Avaliação e tomografia
Exame clínico e imagem tridimensional para medir volume ósseo, densidade e a posição de estruturas nobres.
- 02
Planejamento
Definição da posição, do diâmetro e do comprimento do implante — e da coroa que virá sobre ele.
- 03
Cirurgia
Instalação do implante sob anestesia local, com técnica minimamente traumática.
- 04
Osseointegração
Período de cicatrização em que o osso se integra ao implante, com acompanhamento periódico.
- 05
Coroa definitiva
Moldagem, prova e instalação da coroa, com ajuste de cor, contorno e mordida.
Depois do tratamento
Manutenção é o que garante a longevidade
Implantes não têm cárie, mas têm gengiva ao redor. A peri-implantite — inflamação dos tecidos que sustentam o implante — é a principal causa de perda tardia, e é evitável.
O protocolo de manutenção envolve higiene diária com fio ou escova interdental, limpeza profissional periódica e controle de fatores de risco como tabagismo e diabetes descompensada. Pacientes com bruxismo recebem placa de proteção.
Perguntas frequentes
Dúvidas mais comuns
Implante dentário dói?
A cirurgia é feita sob anestesia local e o procedimento em si é indolor. O pós-operatório costuma ser mais tranquilo do que a maioria das pessoas imagina, controlado com a medicação prescrita e os cuidados orientados nos primeiros dias.
Quanto tempo leva o tratamento completo?
Da cirurgia à coroa definitiva, geralmente de três a seis meses — tempo necessário para a osseointegração, que é a união do implante ao osso. Em casos selecionados é possível instalar um provisório no mesmo dia, mantendo a estética durante a cicatrização.
Quem tem pouco osso pode fazer implante?
Em muitos casos sim, com enxerto ósseo ou técnicas que aproveitam áreas de maior volume. A tomografia define o que é possível — é por isso que o exame de imagem é obrigatório antes do planejamento.
O corpo aceita bem o implante?
Sim. O titânio é biocompatível e o organismo o integra ao osso naturalmente — rejeição, no sentido imunológico, não existe. Com planejamento por tomografia, técnica cirúrgica adequada e revisões periódicas, o implante é um dos procedimentos com maiores índices de sucesso da odontologia.
Diabético ou fumante pode fazer implante?
Sim, na maioria dos casos. Diabetes controlada não impede o tratamento, e fumantes também podem ser tratados com protocolo e acompanhamento adequados. A avaliação com histórico de saúde completo define o melhor caminho para o seu caso.
Quanto tempo dura um implante?
Com higiene adequada e manutenção periódica, o implante pode durar décadas — é a solução mais próxima do dente natural disponível hoje. A coroa sobre ele é acompanhada nas revisões e pode ser renovada quando você quiser.
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A avaliação inclui exame clínico e análise de imagem para definir com precisão o que é possível no seu caso — e apresentar as alternativas, quando houver.
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